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Mesmo com a crise européia aumentando
e se refletindo nos resultados das eleições em França
e Grécia, o otimismo persiste, baseado nos reflexos do
Programa Minha Casa, Minha Vida, no mercado de imóveis
destinados às classes média e baixa, além
das obras da Copa de 2014, das Olimpíadas de 2016 e do
Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
“Nós somos um dos elementos da economia que ajudará
o país a não sofrer todos os efeitos negativos da
crise”, garantiu ele.
Existe
a expectativa de que ocorra ingresso de capital estrangeiro não
especulativo, com investidores tendo dificuldades na escolha de
investimentos na Europa e com as medidas adotadas pelo governo
brasileiro de reduzir de 6% para zero a alíquota do Imposto
sobre Operações Financeiras (IOF) sobre aplicações
de estrangeiros em títulos privados (debêntures)
de longo prazo, com prazos de vencimento superiores a quatro anos.
Mão-de-obra
feminina
Com
falta de mão de obra masculina diante de um cenário
de avanço da construção civil, as mulheres
estão entrando de forma crescente nesse mercado para suprir
essa demanda.
Em cinco das cidades mais populosas da região nordeste
paulista - Ribeirão Preto, São Carlos, Araraquara,
Sertãozinho e Barretos -, a presença feminina na
construção civil já responde por 8% do quadro
de trabalhadores, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego.
O
Sinduscon (sindicato da indústria) diz que a mão
de obra feminina é bem aceita em áreas como assentamento
de azulejos, revestimentos cerâmicos e eletricidade.
Região
Nordeste
Recife
teve em janeiro a menor taxa de desemprego (11,9%) da série
histórica, iniciada em 1997. Em 12 meses, a região
criou 126 mil vagas, expansão de 8,5%. A maior região
pesquisada, a de São Paulo, cresceu 2%. Dessas 126 mil
ocupações a mais, 34 mil foram na construção
civil. Não teve o maior crescimento em números absolutos
– o setor de serviços criou 78 mil –, mas a
variação foi de longe a maior de todas: 36,6%.
Em
Fortaleza, apesar de ligeira alta (de 7,7%, em dezembro, para
8,1%), a taxa de desemprego foi a menor para janeiro desde o início
da série, três anos atrás. Em 12 meses, a
região metropolitana perdeu 8 mil vagas (-0,5%), mas a
construção civil criou 19 mil, uma expansão
de 16,5%. A maior queda foi no comércio (-9%, com fechamento
de 31 mil postos de trabalho).
Em
Salvador, a taxa cresceu tanto no mês como na comparação
com janeiro de 2011, atingindo 15%, a maior entre as sete áreas
pesquisadas. A região abriu 17 mil ocupações,
mas a exemplo das outras regiões a dinâmica foi determinada
pela construção civil, que abriu 23 mil vagas, crescimento
de 17,8%. A indústria eliminou 14 mil empregos (-9,4%)
e o comércio criou 10 mil (3,7%).
fontes:
http://www.redebrasilatual.com.br
http://www.seesp.org.br
http://www.revistafundacoes.com.br
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